sexta-feira, 2 de abril de 2010

WIRED 04.10


A edição deste mês traz em sua capa a matéria sobre empresas que desenvolveram inovadoras maneiras de organizar e gerenciar o método de trabalho de seus funcionários, mostrando exemplos desde a malharia 'Howies Hoodies' até um hospital em Bangalore especializado somente em cirurgias no coração. Interessante notar o exempo da 'Inditex' dona das marcas Zara, Bershka e Massimo Dutti que desenha, fabrica e despacha da Espanha toda sua linha de roupas em questão de dias ou mesmo horas, onde o normal da insdústria é investir meses de produção entre a prancheta e a prateleira. outro exemplo é o da equipe de fórmula 1 McLaren constantemente desenvolve e patenteia novas tecnologias e que através de parcerias consegue aplicar esse conhecimento em diversas outras áreas desde a militar à esportes olímpicos.
Traz também uma excelente matéria intitulada "The future of money", que na minha opinião é o melhor conteúdo deste edição e merecia ter sida capa (na verdade esta matéria foi capa da edição americana). Fala sobre a revolução que os novos sistemas de transação financeira online estão iniciando e como o paypal, itunes, twitpay e outros estão 'assassinando' o cartão de crédito. A eliminação dos vários intermedirários que as operações com cartão exigem somado à segurança de não precisar transmitir informações bancárias em cada transação são duas das grandes (e óbvias) vantagens desses novos sistemas.
A terceira matéria que merece destaque chama-se "David Cameron's battle to connect" e descreve os bastidores da campanha eleitoral de Obama em relação ao uso de ferramentas digitais como o Facebook, Twitter e Youtube. Conta a tragetória de David Cameron, o assessor de Obama durante as eleições presidenciais encarregado de elaborar e executar a parte digital da campanha. Andei lendo uns artigos no The Times e também no The Guardian sobre como as próximas eleições britânicas serão as "eleições do Blackberry", a respeito de como o uso dos meios de comunicação digitais online deverão ser instantâneos e perfeitamente precisos. É a revolução digital mudando para sempre o jeito de se fazer política.

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